25 de out de 2017

Minha primeira viagem internacional - Argentina




" A pior parte de viajar, é que sua felicidade nunca mais estará em um só lugar"

Porta do quarto do hostel aqui de Buenos Aires. O Art Factory de Palermo Soho.  E não é a maior verdade?

Quando embarquei nessa viagem, sozinha e com medo,  eu pensei:  Este é o momento que vou colocar a prova meu sonho de conhecer o mundo. Ou eu me apaixono de vez ou eu me apavoro e nunca mais saio de casa. 

Cinco dias aqui, e continuando, eu tenho a certeza que não quero outra coisa da minha vida a não ser isso, sabe aquele povo que economiza de tudo pra poder viajar? Prazer, esta sou eu, de hoje em diante.

Nada na minha vida me arrancou tantos suspiros, lágrimas de alegria, satisfação  do que isso. Nada na minha vida me deu tamanha certeza do que eu realmente quero. Esta viagem tão sonhada, desde a adolescência, e que por muito tempo colocada na caixinha do "impossível",  foi o início, a porta que se abriu pra muitos momentos como estes que virão.  Nada é impossível, se podemos sonhar, podemos realizar.

Sonhar, esse foi meu primeiro passo, porém o mais importante foi colocar meus planos em ação, sem isso não adianta sonhar. 

Abrir mão, estar aberta a novas experiências, dois pontos cruciais pra quem quer sair da zona de conforto e o hostel, para mim,  foi a maior delas.  Todas as viagens que já fiz, nacionais, eu sempre fiquei em hotel. O medo de compartilhar, banheiros, cozinhas, e principalmente quarto,  mais que medo, preconceito.

Para vir abri mão do luxo do hotel e não me arrependo, como é bom ter contato com pessoas do mundo todo em uma cozinha compartilhada. Me divertindo horrores.


Falando em diversão, aquela conversa de que a imersão é a melhor forma  de aprendizado está muito correta.  Tô arriscando um espanhol aqui que todo mundo me entende e eu entendo todo mundo. Mais um mês e eu seria uma legítima cidadã portenha.

E o medo?  Existe um vídeo do ator Will Smith, onde ele fala do medo de soltar se paraquedas. E uma das frases que ele usa se encaixa perfeitamente no que estou sentindo:

"Você percebe que o ponto máximo do perigo, é o ponto mínimo do medo, não há medo. É  a felicidade...  As melhores coisas da vida estão do outro lado do seu maior medo"

Conto mais detalhes dessa experiência incrível pra vocês nos próximos posts. Mas de ante mão eu estou realizada...


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