24 de out de 2014

Silêncio, quando não estamos sozinhos

A maior distancia entre duas pessoas não é a distancia física e sim o silencio mutuo.  Nesses últimos dias estou passando pela pior experiencia que tive na vida, o silencio entre duas pessoas que vivem sob o mesmo teto, engraçado o que antes para nós significava conforto, repouso, depois de alguns problemas se transforma em pesadelo. 



Casamento  já não é fácil e sustentar um é mais complicado ainda. onde encontramos o manual que diz o que fazer e não fazer em uma relação? Como sabemos se algo vai magoar e como separar nossas necessidades ?  Não existe um modelo pronto a ser seguido, isso aumenta as chances de errar, e as vezes errar é um caminho sem volta. 

Sabe como descobrimos que amamos uma pessoa? E tão clichê que já deveria saber responder, quando perdemos. Isso mesmo, só conseguimos perceber que alguém nos faz falta quando não temos ela por perto, quando ela se afasta, mesmo que não se afaste de corpo. A necessidade de um carinho, de uma conversa despreocupada de um telefone no meio do dia, de um sorriso antes de dormir, são essas coisas simples do dia a dia que sentimos saudades.

E quando um pedido de perdão não é o suficiente? O que fazer? Dizem que o tempo é o melhor remédio, mas o que fazer com o medo do tempo ser mais uma válvula de escape para tirar a pessoa do nosso lado? 

Esse dispêndio é que nos provoca desespero, medo e vazio.  E percebemos que o silencio doí, quando não estamos sozinho. 



Postado por: Daiana de Azevedo de Paulo

Categoria: TextosRelacionamentos

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