5 de abr de 2014

Minha embriagante transparência

Hoje é noite de sábado, é um sábado comum, não fosse pela noticia de que um antigo apresentador de TV faleceu essa manhã, aqueles típicos atores que fizeram parte da infância de crianças nascidas nos anos 90, vamos combinar a melhor época para ter nascido nesse nosso mundinho. Mas enfim, não é da sociedade e da morte que hoje eu quero falar, mas é que ouvi de você que sou uma pessoa difícil de conhecer. Meu caro, nem tanto assim, às vezes me sinto até “transparente” de mais. Todavia, vou facilitar para você:

























Sou aquele tipo de garota que adora ler, tenho uma estante cheia de livros intermináveis, tomar um bom café, fumar um cigarro de qualidade e ouvir a música certa, não aquelas musicas da modinha, mas a música certa. Meu apartamento próprio esta em fase de construção e moro em uma casa pequena e alugada, com pouquíssimos móveis, na beira da praia, no começo até achei isso legal, mas minha geladeira já está estragando a pintura por causa da maresia, dinheiro indo pro “ralo”, mais uma vez.

Tenho a mania chata de escrever sobre meus sentimentos, ficar romântica nas horas mais improprias e ser apaixonada por todo mundo. Acredite isso é capaz de se acontecer com alguém.
Finjo que gosto de comida japonesa só para ser mais elegante, mas quer saber a verdade? Ela me dá ânsia de vomito e eu gosto mesmo é da comida pura e mineira, “engordativa”, que meu pai me ensinou a amar, não troco isso por nada, mas de vez em quando adoro um vinho sofisticado.

Tive um amigo, que uma vez disse que eu era uma pessoa apaixonante, aquele tipo que leva a vida de quem está ao seu lado para outro patamar, ele não quis dizer patamar com relação a “glamour” ou qualquer outra coisa típica, ele se referiu à maneira como sou capaz de fazer com que as pessoas entrem de cabeça no meu mundinho e se sentem embriagadas de tanta coisa nova que podem viver e conhecer.


Enfim, vou só te dar um conselho, antes de querer me desvendar, acho que foi essa a palavra que usou não foi? Cuidado! Mas cuidado mesmo, para não se aproximar de mais, para não mergulhar tanto na minha vida, para não depender tanto do perfume que a minha casa tem e da minha risada despreocupada, pois você no fim pode correr o rico de não querer ir embora, porque eu sou realmente, apaixonante. 


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