13 de fev de 2014

Te amo, quase sem querer

Comecei esse texto com um pouco de dificuldade de desenvolver. Sabe quando estamos naquela fase em que escrever meia folha é quase um milagre? Costumo chamar isso de hiato, não sei bem porque, mas se me lembro bem foi depois que vi uma entrevista da Clarisse Lispector em um programa de TV qualquer onde a mesma classifica seus momentos sem criação como “hiato”.
























Acabei de ouvir uma coisa que me fez sorrir quase que de imediato. Sabe aquela palavrinha, quando dita pela primeira vez , que faz tudo parar por alguns instantes só para fazer você soltar um largo sorriso? Acho que poucas palavras já me fizeram sentir isso, poucas vezes tive essa sensação de ouvir algo tão honesto de uma outra pessoa. Mas dessa vez eu senti, senti tanta honestidade, tanta verdade, tanto amor.

Ah o amor, esse aí é tão difícil de conquistar, tão raro. É aquele cujo virou tema de diversos filmes, novelas, musicas, aquele cujo poeta em suas rimas e sonetos concluiu jamais entender.  Ah o amor!  Aquele que quanto mais agente corre atrás, mais ele foge.  Sabe por quê?  Porque ele vem naturalmente, levemente, quando é para acontecer.


Uma coisa eu aprendi com o tempo, o amor verdadeiro vem em diversas roupagens, amor de um irmão, de um amigo, de um amante. Não importa de quem seja, para alguém te amar você deve merecer, conquistar. Sabe aquele clichê? Na alegria ou na tristeza, na riqueza ou na pobreza essa sim talvez seja a fonte do verdadeiro amor.

Enfim, bom mesmo é ouvir um “Te amo” assim, não planejado, inesperado, inocente e quase sem querer.




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